Existem evidências pictóricas de que os Chineses, cerca de 3000 a.C, colocavam plantas em contentores como forma de decoração dos seus terraços. No antigo Egipto, existem gravuras datadas do Império Médio (2050 a.C - 1652 a.C), onde se podem ver plantas de cultivo colocadas em vasos:

Vinha e horta de legumes em EL-BERSHEH (note-se os vasos na parte de cima da gravura)

Jardins Suspensos da Babilónia - Gravura do século XVI
Embora este hábito de colocar as plantas em contentores seja pelos vistos muito antigo, trazer efectivamente as plantas para dentro de casa, é um hábito um pouco mais recente. Tem cerca de 2000 anos. Os primeiros registos escritos que comprovam a existência de plantas em vasos, no interior de casas Egípcias, datam de 300 a.C. Também na cidade romana de Pompeia, destruída em 79 d.C pela erupção do vulcão Vesúvio, foram encontradas provas arqueológicas em como os seus habitantes cultivavam plantas no interior das suas residências, em vasos de terracota.
Karl Brullov, Os últimos dias de Pompeia(1830-33)
Nos Séc. XIX, as Plantas de Interior tornaram-se populares durante a época Vitoriana. Nessa altura, ter plantas de interior tornou-se um passatempo comum. Foi nessa altura que surgiram também algumas das espécies que ainda hoje cultivamos dentro de casa, o Feto-espada, a Aspidistra e o Jasmim. As primeiras plantas de interior modernas surgiram no fim dos anos 40, quando as casas começaram a ser mais robustas, isolando as plantas (quase todas de origem tropical) dos rigores do inverno. Nos anos 60 as plantas faziam já parte integrante do design de interiores e entre 1965 e 1975, começaram a surgir as primeiras plantas de escritório, fruto da maior atenção dispensada à qualidade dos locais de trabalho.











